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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aniversariante do dia


Se você entrou no Google hoje, deve ter notado que é aniversário de Jackson Pollock, o cara que pintava sem pincéis (!!!!!). Referência no expressionismo abstrato, ele ficou famoso por utilizar duas técnicas de pintura bastante "divertidas" e inusitadas: o dripping (ou gotejamento), que consiste em respingar a tinta sobre a tela, e a action painting (ou pintura de ação gestual).



Ou vão dizer que não parece divertido?

Por falar em Pollock, a história dele virou filme, um filme bastante legal, por sinal. Dirigido, produzido e estrelado por Ed Harris, o longa-metragem ainda conta com a participação de Marcia Gay Harden, que faturou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua interpretação da pintora Lee Krasner, esposa do artista. A produção é muito bacana e até foi relançada em DVD pela DVDteca da Folha há algum tempo. Recomendo. :-)

sábado, 24 de janeiro de 2009

Falsa baiana



A homenageada da vez da última edição do São Paulo Fashion Week, que terminou nesta sexta-feira, foi a falsa baiana mais famosa do mundo: Carmen Miranda. Certamente a exposição que montaram sobre a portuguesinha mais arretada da história foi uma das coisas mais bacanas da semana de moda paulistana.

Na pequena sala ambientada por Daniela Thomas, trechos de filmes estrelados pela cantora, fotos e muitas, mas muitas peças de roupa que vieram diretamente do Museu Carmen Miranda, no Rio. Destaque para os vestidos e plataformas originais usados pela “pequena notável” em diversas produções hollywoodianas.

Poucos se arriscavam a dar um pulo na mini-mostra sobre a cantora/atriz, mas os que o faziam não se arrependiam.Veja fotos aqui.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

No country for sleepy people

Assisti ao tão comentado “Onde os fracos não têm vez”, dos irmãos Coen, na sexta-feira. Não sou nenhuma expert na filmografia deles, mas já havia visto “The Man who wasn’t there” e "Fargo" e gostei bastante dos dois (estão na minha lista de filmes favoritos etc).

Eu não estava por dentro quando decidimos assistir a esse longa. Nem sabia que o filme conseguiu 8 indicações para o Oscar bla bla bla. Confesso que estou meio alheia em relação a lançamentos cinematográficos, mas só de contar com os Coen na direção, o filme prometia um monte. Quer dizer, ainda promete. Eu estava com um sono tão violento que pesquei várias vezes e não consegui captar o filme muito bem. Vou ter que assistir de novo para conseguir entender/ dar uma opinião sobre. Triste, não é?

Moral da história: Nunca assista a um filme dos irmãos Coen com sono.

P.S. : Pelo menos a uma segunda conclusão eu consegui chegar: Anton Chigurh (Javier Bardem) é um dos personagens mais bizarros (na essência da palavra) da história do cinema. Vejam só esse cabelo.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Rest In Peace, Heath


É, gente, o bonitinho morreu. Do nada, ele morreu.

Hoje a família do Ledger declarou que a morte dele foi acidental. Um corpo num apartamento, pílulas espalhadas pelo chão. Okay, quem eles querem enganar?

Além disso, a autopsia já foi feita e os médicos não conseguiram chegar a nenhuma conclusão. (Será mesmo, eu me pergunto?) Tem algo de (bizarro) estranho nessa história, não acham?

sábado, 13 de outubro de 2007

Um tapa na cara, um soco no estômago


Tropa de Elite é um belo soco na boca do estômago. Fazia muito tempo que não saía tão estarrecida do cinema. Desde de Hotel Ruanda, acho. Quase chorei, sério. Tive até que sentar para digerir um pouco as coisas e tirar o nó da garganta.

Tecnicamente é muito bom. Melhor que Cidade de Deus, quem sabe. A câmera manual me deixa com um pouco de tontura, mas como filmar favela sem ser com uma manual? Sem falar que se qualquer tipo de suporte fosse usado, criaria uma sensação de “distanciamento”, acho. Os over voices do Capitão Nascimento também cansam um pouco, e, em certos momentos do filme, são desnecessários. Ah sim! E a atuação do Wagner Moura está fantástica.

Quanto ao roteiro, a película impressiona bastante, seja pela proximidade da história, seja pelo realismo com que ela foi retratada. Tá certo que eu já estou meio farta desse tema no cinema nacional. Sempre a favela, a pobreza etc. Acho que as produtoras e diretores brasileiros poderiam ampliar um pouco os horizontes nesse sentido, o que não quer dizer que a temática não deva ser abordada, até mesmo porque esse tipo filme levanta questões sobre as quais a maioria dificilmente pára para refletir.

No entanto, ao contrário de alguns filmes desse gênero, Tropa de Elite não tem final feliz. Não passa nem perto disso. Não tem mocinho pra salvar a pátria.Todos são culpados. Da polícia corrupta ao moleque de classe média viciado em drogas que financia o tráfico, ninguém saí incólume. E isso só aumenta a sensação de impunidade.

Vale muito o ingresso. Assistir em casa com DVD de camelô não pode ser tão legal.